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Assembleia Legislativa do Paraná aprova privatização da Copel

Proposta estabelece que nenhum acionista deve ter mais de 10% das ações.

Publicado em 25/11/2022 às 18:38

(Foto: Albari Rosa/AEN)

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou o Projeto de Lei (PL) 493/2022, nesta quinta-feira (24), que autoriza a privatização da Copel.

Assim, a proposta segue para a sanção do governador Ratinho Júnior.


A proposta foi aprovada em segundo e terceiro turnos, e em redação final, pelo placar de 35 votos favoráveis e 13 contrários.

Na mesma votação foram discutidas cinco emendas, mas apenas uma, feita pela Comissão de Constituição e Justiça, propondo um ajuste pontual na cláusula de vigência foi aceita.

O projeto afirma que nenhum acionista ou grupo de acionistas, poderá exercer votos em número superior a 10% da quantidade do total de votos, o que permite que a empresa se torne uma Corporation, nos moldes do que aconteceu com a Eletrobras.

Durante evento realizado com acionistas e investidores na manhã de de quarta-feira, diretores da Copel sinalizaram que a privatização da companhia poderá acontecer no decorrer de 2023, mas não precisaram uma data.

AUMENTO DE SALÁRIO

Os parlamentares também aprovaram em primeiro turno o projeto de lei 483/2022, da Comissão Executiva da Casa, que fixa os subsídios do governador, do vice-governador e dos secretários de estado. O projeto propõe salário de R$ 33,7 mil para o governador, de R$ 32 mil para o vice-governador e de R$ 29,9 mil para os secretários estaduais.


ANEEL

Tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 5,6% em 2023.

A projeção da agência é que, no próximo ano, sete distribuidoras tenham reajuste superior a 10%; 15 distribuidoras, reajuste entre 5% e 10%; 17 distribuidoras, reajuste entre 0% e 5%; e 13 distribuidoras, reajuste inferior a 0%.

No relatório apresentado durante a reunião com o grupo de transição, a Aneel destacou que os percentuais de reajuste dependem de premissas que podem ser alteradas até a homologação dos processos tarifários.


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